Compra segura
Matriz digital e obra
Definição, produção e aquisição — limites e clareza
Matriz digital e obra
A imagem digital funciona como referência e identificação da obra. Não é comercializada como ficheiro livre, nem como conteúdo reutilizável ou reproduzível pelo adquirente.
Aquisição ≠ Ficheiro digital
A aquisição de uma obra não corresponde à compra de um ficheiro digital, mas sim ao acesso a uma obra com estatuto curatorial definido, que pode ou não ser materializada fisicamente, conforme indicado.
Produção e materialização
Sempre que uma obra é entregue em formato físico, a produção ocorre sob coordenação da Elegia Studio.
A impressão não é:
- delegada ao cliente
- realizada de forma genérica
- separada da obra enquanto entidade
Materiais, formatos e fornecedores são escolhidos em função da obra e do seu enquadramento.
Natureza da aquisição
A aquisição de uma obra da Elegia Studio:
- não implica a transferência de direitos de exploração
- não inclui ficheiros para reprodução autónoma
- não equivale a um produto digital descarregável
Cada obra é tratada como um ativo artístico certificado, com limites claros quanto à sua utilização e circulação.
Processo e segurança
Não existem pagamentos automáticos ou fluxos de compra impulsiva. Qualquer aquisição é precedida de:
1. Esclarecimento
do estatuto da obra
2. Confirmação
das condições aplicáveis
3. Validação
pelo estúdio
Este processo existe para proteger a obra e garantir clareza total a quem a adquire.
Em síntese
A Elegia Studio não vende ficheiros.
Trabalha obras.
O digital é meio, não produto
A obra é definida antes de ser materializada
A produção é sempre coordenada
A clareza vem antes da transação